quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Bebê passa da hora de nascer e... Isto é uma fatalidade ou negligência médica?


Gestante à mercê da boa vontade do profissional



     Depoimento seríssimo da senhora "L" que estava para ter um parto de gêmeos e, por negligência médica, acabou perdendo um dos filhos e o outro, até hoje não anda bem de saúde.
     Já estava mais que provado que eu não poderia ser submetida a um parto normal, devido a algumas anormalidades no colo do meu útero e já passava de 39 semanas de gravidez e passava da hora de se fazer uma cesária. Meu sofrimento aumentava cada vez mais e todo o pré-natal que fiz com tanto cuidado foi em vão. Meu  primeiro filhinho foi extraído à ferros ( fórceps ) e teve seu crânio deformado.
     São situações desagradáveis, que poderiam ser evitadas se houvesse mais respeito ao ser humano, que se vê impotente diante da imprudência de um profissional.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

A situação crítica do paciente nas unidades de saúde

    A saúde pública no Brasil é verdadeiramente crítica. O paciente chega nas unidades de emergência necessitando de atendimento rápido e o máximo que é feito por esse indivíduo é encaminhá-lo ao corredor do hospital e este passa horas à mercê da boa vontade dos médicos, que tranquilamente batem papo na sala de enfermagem, se esquecendo que um ser humano corre risco de vida.
    A foto abaixo mostra uma realidade do nosso dia-a-dia nas unidades de atendimento SMU, ( Serviço Médico de Urgência), que tem urgência só no nome para impressionar a opinião pública.
    A senhora M, compareceu numa dessas unidades, com o esposo em estado grave, num quadro de AVC (Acidente Vascular Cerebral) com a pressão arterial altíssima e, para conseguir atendimento, teve que se fazer de louca e invadir o setor em prantos, mendigando a atenção dos plantonistas. Não fosse isto hoje ela estaria viúva e a coisa acontecendo com outros pacientes.
    Existem situações que não podem esperar e o máximo que eles chegam a fazer, quando o pior acontece é dizer: "_ Sinto muito, minha senhora, foi inevitável"!